terça-feira, 20 de março de 2007

A floresta

A floresta, quer em S. Tomé, quer no Príncipe, é algo que logo nos marca: densa, variada, misteriosa, fresca, húmida, verde, verde, verde... muitos tons de verde... aqui e acolá salpicado por outras cores.
De referir que em 1998, dado o seu interesse biológico, a floresta santomense foi considerada a segunda entre 75 florestas africanas!


Face à frequência da chuva, por todo o lado a água abunda, vendo-se muitos rios, ribeiros e cascatas. Os fetos desenvolvem-se aqui muito bem.


Como se pode ver abaixo, a floresta vai, em muitos lugares, até ao mar, havendo muitas praias protegidas com a sua sombra.

Ao longe, quase dentro do mar, um imbondeiro (ou baobá).
Em baixo, fotos de dois magnificos exemplares de imbondeiro.

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5 comentários:

iolanda disse...

As fotografias estão lindas!
Fiquei com vontade de ver "in loco".
Desconhecia essa tua veia de fotógrafo.
Parabéns
Iolanda

Lunes disse...

Vou esta noite para S. Tomé. Pababéns pelo blog, darei notícias quando chegar.
Um abraço,
Ricardo Rosário

maria barreto disse...

as fotografias são lindas ,porque a terra é maravilhosa,é um sonho ,uma paz ,digo porque conheço a terra linda de s. tomé ,estou casada com um s. tomense ,e tive o prazer de ele me levar a conheçer esta beleza natural, quem vai lá tem tornar pois a hospitalidade é tão grande que c horas ao regressar a portugal.maria barreto

Anónimo disse...

As fotografias estão fabulosas; sou casada com um santomense e fui lá a primeira vez por obrigação. Quando regressei a Portugal passei a querer lá voltar por amor, paixão por aquela terra maravilhosa. Obrigado por partilhar com outras pessoas a maravilha que é aquele lindo País.

Luiza disse...

Há muitos anos que penso em ir a S. Tomé e Príncipe. Tenho muitas recordações da minha infância do Professor Marcelo da Veiga. Contava-me histórias fantásticas de lá e do quanto amava a sua terra natal. Nessa altura o professor vivia em Portugal e por isso tive a felicidade de me cruzar com ele na minha vida ainda tão jovem. A forma como ele descrevia o seu país era tão em pormenor, que muitas das vezes sonhava que estava a viver naquela floresta e com aquela gente. Tenho mais de cinquenta anos e ainda hoje tenho bem presente a sua figura e os seus contos... Maravilhoso...